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Em busca de respostas

A curiosidade é uma característica intrínseca dos seres humanos. Especialmente de crianças e jovens em idade escolar. E uma forma propositiva de dar um direcionamento para a curiosidade é submeter este contingente a desafios que embutem investigações. Quem não se lembra da feira de ciências, na qual exibíamos orgulhosos nossos experimentos? Graças ao avanço e barateamento da tecnologia já é possível ir além daquele líquido depositado no tubo de ensaio e que mudava de cor ao contato com um reagente. Hoje, mais do que feiras de ciências, muitas escolas de ensino médio estão estimulando os jovens a usar a curiosidade e o aprendizado na sala de aula como uma ferramenta para resolver questões de cunho socioeconômico.

Isso fica evidente quando analisamos os três trabalhos vencedores da 5ª edição do prêmio Respostas para o Amanhã, promovido pela Samsung em parceria com o Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (CENPEC). Para chegar nesta posição, os estudantes tiveram de passar por um rigoroso funil, envolvendo 47 mil competidores espalhados por 1.128 grupos, dos quais somente 25 chegaram à final.

As pesquisas e iniciativas dos jovens cobriram desde a agricultura familiar, que se beneficiaria de um bioestimulador (vídeo, abaixo) feito de espécies nativas pelos estudantes da Escola de Ensino Médio Ronaldo Caminha Barbosa, do Ceará, passando por um biossorvente, produzido a partir de casca de arroz e capaz de remover metais pesados da água de poços artesianos, uma sacada dos alunos IFRS – Campus Osorio, do Rio Grande do Sul, além do larvicida feito de sobras da produção de castanha de caju, pelos estudantes Escola de Ensino Médio Ronaldo Caminha Barbosa, do Ceará.

 

 

 

 

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