Música para viver bem!

DJ Miria revela sua paixão por vinil, essa mídia que também é conhecida como bolachão e tem cultuadores por todo o mundo

Olá, amantes da boa música. Hoje vou falar sobre o vinil. Isso mesmo! Mais uma das minhas paixões, sou uma seguidora da música boa e, como no 1 Papo Reto eu tenho liberdade para escrever, vou abrir o meu coração. O vinil, ou bolachão para os mais íntimos, é um material de plástico em geral de cor preta que registra informações de áudio as quais podem ser reproduzidas através de um toca-disco. Fala sério, quem aqui nunca teve um ou vários discos de vinil em casa e aquele toca- discos 3 em 1? Bom demais, recordar é viver!

O vinil é uma mídia desenvolvida no início da década de 50, exatamente em 1948, para a reprodução musical, feito pelas mãos do engenheiro Peter Corl Goldmark, da Columbia Record. Esse disco chegou mais leve mais flexível e resistente a choque e com uma excelente qualidade sonora. Veio para substituir o antigo modelo de "Goma Laca" que era constituído de um material mais rígido e com velocidade de 78 rotações por minuto.

Já o nosso querido vinil veio comportando uma quantidade maior e armazenando ate 30 minutos de música por fase.

Música encorpada O vinil possui micro-sulcos ou ranhuras em forma espiralada que conduzem a agulha do toca-disco da borda externa até o centro, no sentido horário. Sua gravação é analógica. Os sulcos são microscópicos e fazem a agulha vibrar; essa vibração é transformada em sinal elétrico e, por fim, amplificada e transformada em som (música).

UAU, nenhuma novidade até aqui, né? Nada que a gente não ache na internet. Eu sei , eu sei... É por isso que esse texto é mais paixão do qualquer outra coisa.

Os destaques que quero passar aqui sobre o vinil e por que somos apaixonados por essa mídia é a sua qualidade em todos os sentidos, desde o agudo e o grave, que são perfeitos, pois você consegue ouvir totalmente as batidas bumbo por bumbo, caixa por caixa. O som produzido no vinil fica completo, e a música, encorpada. Capas originais e únicas

Já parou para olhar as artes do discos? São originais e únicas, cada capa uma história. Sem falar que o vinil ajuda a diminuir, e muito, a pirataria. No Brasil, o vinil surgiu também na década de 50 e durou mais ou menos 30 anos no mercado, até dividir o seu espaço nas prateleiras com o CD. E, assim, ficou um pouco esquecido na memória e na casa de grande parte da população.

Mas é fabricado até hoje, lá fora na Europa. E você ainda pode encontrar discos atuais e novinhos do seu cantor favorito. Existem lojas, a maioria no centro de SP, na nossa famosa 24 de Maio. Temos também muitas lojas virtuais e sebos que estão espalhados no Brasil.

Hoje podemos encontrar festas 100% vinil e muitos encontros de Djs e apaixonados que trocam informações e compatilham conhecimentos. A grande verdade é que música só para ouvir não tem nenhuma novidade mais musica como fonte de informação é onde você encontra a essencia para esse texto. Se você ainda tem em casa ou pretende comprar, tome alguns cuidados ao manusear para não riscar, mantenha sempre em posição vertical. Outra medida interessante é lavá-los com água e sabão neutro. Uma outra dica e curiosidade que quero deixar é que o disco de vinil não precisa de um aparelho de som propriamente para ser tocado. Experimente colocar o disco rodando na vitrola sem áudio, com as caixas de som desligadas. Você conseguirá ouvir o disco, pois o seu princípio de funcionamento se baseia na vibração da agulha no sulco. Ufa, desabafei. Vinil é cultura. Até mais e aquele abraço.  

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