COVID-19: pesquisa indica que desinformação ainda é a regra

COVID-19: pesquisa indica que desinformação ainda é a regra

Os efeitos sanitário e social da pandemia de COVID-19 voltaram a se agravar, a partir de uma nova onda de erupção de casos de contaminação.

No Brasil, após o declínio verificado nos meses de agosto e setembro e outubro, o número de obtidos relacionados à COVID-19 voltou a crescer, para assumir uma proporção inimaginável, rompendo a barreira das 270 mil mortes!

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Estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), ligada ao governo federal, indica que o sistema público de saúde nas 19 capitais estavam com 90% de ocupação dos leitos de UTI destinados a adultos. Ou seja: um colapso iminente. Mesmo assim, os brasileiros continuam se mostrando céticos em relação ao poder devastador da doença e à eficiência das vacinas.

Este fenômeno foi traduzido em números pelo Radar Dotz Locomotiva, divulgado na quinta-feira (18/3): 48% dos entrevistados já receberam “fake news” relacionadas à vacina. A principal delas, e que conta com a concordância de muitos brasileiros, se refere à possibilidade de a vacina alterar o DNA das pessoas.

No vídeo em que apresenta os números da pesquisa, o sócio-fundador do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, destaca os efeitos deletérios das crenças infundadas nos campos social, sanitário e econômico: “Apenas com a vacina as pessoas estarão protegidas e a economia poderá ser retomada”.